IGREJA SANTA BRÍGIDA - CELEBRAÇÃO

Era mais tradicional que as pessoas ao irem para uma Missa vestissem roupas brancas, como se observa. O Padre não aparece na fotografia. O provável motivo é que como raridade, somente o dono do equipamento conseguia tirar a fotografia devido a complexidade,e o padre não levava auxiliar. A missa era dentro da igreja, claro, foi colocado a frente da igreja devido a iluminação para a foto e o ângulo para caber todos.





1 Chico Jacó
2 D.Maria José
3 Benedita (C.Bco)
4 Claudina(Coló)
5 D.Izabel
6 D.Raimunda Bentes
7 Alda da dona Elvira
8 D.Siloca
9 D.Raimunda Ramos
10 Tavico
11 Luiz Zumbinha
12 Estêvão Bentes
13 Semeão Bentes
14 Chico Gomes
15 D.Maria Jacó
16 D.Zefinha
17 Esmerinda
18 D.Petronila
19 D.Elvira
20 Maria Vieira
21 João Bentes
22 Sr.Hilarião
23 Zé Punun



Local: Em frente à Igreja Santa Brígida na comunidade Igarapé do Pimenta
Ano: aproximadamente entre 1.967 a 1970.

Algumas observações:
Chico Jacó, filho de dona Maria Jacó;
Claudina e Maria José são filhas de dona Francisca (Francisquinha) e Sr. Tavico;
Dona Izabel é mãe da Benedita e do Chico Branco (não está na foto);
Alda é filha da dona Elvira, esposa do Sr. Galdino (que não está na foto);
Dona Siloca o nome dela era Sílvia. Zelava a igreja, cuja área toda foi cedida pela família dela, inclusive do campo de futebol.
Dona Raimunda Bentes (Dona Raimundinha) catequista dedicada  com histórico a ser postado, esposa do Sr.Hilarião, pais do Estêvam Bentes, Semeão Bentes e João Bentes (este que vos escreve) constantes da foto.
Sr. Chico Gomes é esposo da dona Zefinha (Josefina)
A Esmerinda (acreditamos que seja ela)  é filha do dona Maria Vieira. Esta a consertardora de ossos e nervos  ("desmentiduras") de pessoas da comunidade;
Dona Elvira, esposa do Sr.Galdino, o gritador de Leilão (que não está na foto).
Dona Petronila. Morava quase no final do ramal onde há subida enorme, mas era chamada para fazer os partos de muitos dos filhos das senhoras, não só da comunidade mas até da vizinhança em qualquer hora do dia ou da noite.
Do outro lado do ramal, bem em frente à capela morava o Sr. Gregório Farias com sua esposa dona Lourença (falaremos mais no assunto da borracha).

Esta não foi a primeira missa, a primeira foi em 1.961.


Devido o transcorrido do tempo não se pôde fazer a identificação principalmente dos mais jovens, fato que pedimos desculpas, uma vez que poderia interessar a algum familiar por exemplo.


Agradecimentos ao persistente Dorivaldo Sampaio (quase um FBI) e Alberto Bentes.


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